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Gordura trans, sódio e açúcar: os compromissos
da indústria alimentícia com a saúde do consumidor

 

A atenção às questões que envolvem saudabilidade é uma tendência mundial. De acordo com a pesquisa global “O que há em nossa comida e em nossa mente”, realizada em 2016, pela consultoria Nielsen, a população está reduzindo o consumo do que não considera nutritivo.

Sempre atentos aos movimentos dos influenciadores de opinião, principalmente nos compartilhamentos nas redes sociais de informações equivocadas sobre os produtos que representamos, no mês de fevereiro adotamos uma estratégia já usada com relação aos mitos das dietas restritivas: reação e divulgação proativa. Temos monitorado algumas postagens que retratam os biscoitos, massas alimentícias, pães & bolos industrializados como vilões da dieta e interagimos para fornecer argumentos com base científica que comprovam a importância de uma alimentação equilibrada. Para reforçar nossa mensagem, também aceleramos a divulgação para mídia com sugestões de pauta sobre o compromisso da indústria com a saúde do consumidor.

Nós, da ABIMAPI, em parceria com entidades congêneres, estamos há nove anos formalizando com o Ministério da Saúde termos de compromisso para a diminuição das quantidades de gorduras, sódio e açúcar nos alimentos processados. O resultado é a melhoria do valor nutricional das categorias que representamos.

O primeiro acordo, estabelecido em 2008, foi o de redução de gorduras trans, baseado na sinalização da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Após dois anos, nosso setor já havia retirado dos produtos 250 mil toneladas deste ingrediente, o que representa 93% de alcance das metas estabelecidas. Em 2010, o Ministério da Saúde propôs uma nova agenda, agora relacionada ao sódio, com o objetivo de reduzir seu consumo até o ano 2020 para menos de 5g/dia por pessoa. Em 2011, firmamos um termo de compromisso para limitar a quantidade de sódio e os resultados alcançados são significativos. De acordo com o Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os índices de 2016 comparados aos de 2008/2009 indicam que o biscoito recheado apresentou queda de 34%, o salgado de 16,6%, e o doce de 9,6%; já no pão de forma e no cereal matinal caíram 2,8% e 6,1%, respectivamente. É importante esclarecer que apesar da significativa participação do sódio nos alimentos processados, é no sal de mesa e nos condimentos à base de sal, que o consumo se destaca. Estimativas do Ministério da Saúde indicam que a ingestão média do brasileiro é de 12g/dia de sal, mais que o dobro do recomendado.

Atualmente, a discussão gira em torno do açúcar, e as indústrias e o governo estudam a melhor forma de promover a redução deste ingrediente. Nós mais uma vez estaremos presente nos debates para definir novos padrões e o cronograma para sua diminuição. Sabemos que precisamos, também, incentivar e orientar o consumidor de forma inteligente, mostrando que os biscoitos, massas alimentícias, pães e bolos Industrializados, além de saborosos, possuem atributos à alimentação saudável. Contamos com vocês para dar força a este movimento pró-saudabilidade!
 

 
   
         
   
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