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Há motivo para cortar o carboidrato?

A discussão em torno dos supostos malefícios causados pelo glúten e pela lactose pode até ter esfriado. Mas se tem um elemento que não sai do tribunal da nutrição é o carboidrato.

Bom, para falar a verdade, essa nem é uma novidade na vida do nutriente. No livro A Tirania das Dietas, a historiadora britância Louise Foxcroft conta que, em 1598, o italiano Luigi Cornaro já relacionava o corte severo de carboidrato a um emagrecimento drástico e rápido em uma obra que virou best-seller. Alguns séculos depois, na década de 1970, a dieta da proteína, frequentemente reeditada com nomes diferentes, começou a angariar fãs.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de 50 a 70% das calorias diárias deveriam vir dele. Diabéticos e atletas de alto rendimento, claro, têm necessidades diferenciadas. “A glicose, subproduto da digestão desse macronutriente, é nossa principal fonte de energia. Ela é crucial especialmente para o cérebro. Quando não utilizada imediatamente, é armazenada no fígado e nos músculos em forma de glicogênio, um combustível secundário”, explica Amélio Matos, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, do Rio de Janeiro.

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Fonte: O Nortão